quarta-feira, 29 de outubro de 2014

DILMA, IMPEACHMENT JÁ!

ESCRITO POR FRANCIS LAUER | 28 OUTUBRO 2014
ARTIGOS - GOVERNO DO PT
Foram utilizadas 428.894 urnas eletrônicas para contabilizar os votos de 112 milhões de eleitores que compareceram. Cada urna recebeu, em média, 261 votos.

O relatório fraudulento apresentado pela autoridade máxima do processo eleitoral, Dias Toffoli (advogado do PT), diz que a Dilma recebeu 3.5 milhões de votos a mais do que o Aécio Neves. Ou seja, bastaria transferir metade dessa diferença "mais um" de um candidato apra o outro para mudar o resultado (1 milhão e 700 mil votos +1).
Isso pulverizado em 428.894 urnas significa a fraude de apenas 4 votos por urna (1.5% dos votos considerando-se a média de 261 votos por urna). Para fazer a fraude basta que 4 pessoas que não compareceram tenham seus votos computados pelo sistema (pessoas mortas, por exemplo), ou que 4 votos nulo/branco sejam computados para a Dilma. Ou uma combinação disso.

Outro ponto: 1 milhão e 700 mil votos equivale ao total de 6513 urnas, apenas 1.5% de todas as urnas em operação. Bastaria que 1.5% das urnas fossem totalmente fraudadas. 98.5% das urnas restantes ficariam absolutamente intactas.
Veja, não estou dizendo que "foi assim que aconteceu" (eu não acredito que a votação tenha sido apertada, acredito que o Aécio Neves venceu por larga vantagem, pois todos os BUs que vi diziam isso), o que estou dizendo é que fazer uma auditoria popular é procurar uma agulha no palheiro e o fraudador Dias Toffoli possui ampla vantagem tática para distribuir, esconder e alterar os votos onde bem entender. Ele pode até mesmo escolher "a dedo" quais urnas terão seus dados modificados. Só em SP-RJ-MG-RS existem 193.600 urnas disponíveis. Existem centenas de cidadezinhas perdidas pelo Brasil inteiro. Existem 30 milhões de eleitores que não compareceram, muitos dos quais por estarem mortos.

O principal a ser dito, porém, é o seguinte: o Dias Toffoli NÃO TEM como provar a idoneidade desse processo eleitoral. É impossível para ele dar prova cabal que definitivamente não houve NENHUM tipo de fraude.

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O primeiro dia após a reeleição (fraudulenta) da Dilma inicia com a Petrobras perdendo, num único dia, 13% do seu valor de mercado e com o Dólar a R$ 2,54 (estava R$ 2,23 no início de setembro e R$ 1,67 no início de 2011).

O que isso significa? Significa que os ricos estão abandonando o país.

Entre outras coisas isso indica que a Dilma Rousseff terá dificuldades em implantar suas parcerias público-privadas nos projetos de infraestrutura e que a geração de empregos e atração de investimentos será dificultada. (Sabe aquele prefeito de cidade pequena que tenta atrair uma fábrica para a cidade? Pois é.) Se isso acontecer como é que ficam as pessoas que fizeram um Pronatec?

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Os petistas infalivelmente terão um banho de água fria ao longo dos próximos meses/anos. É aquilo que a Dilma dizia nos debates: "A receita é a mesma, a cozinheira é a mesma, a cozinha é a mesma". O governo Dilma (que é ilegítimo) continuará acumulando maus resultados em consequência das políticas do primeiro e segundo governo Lula e, agora, do primeiro governo Dilma. Quem será prejudicado? É óbvio que a população mais pobre. A administração de um país baseada no comunismo ("socialismo") é SEMPRE aviltante aos mais pobres. As pessoas ricas e as pessoas mais ou menos remediadas podem simplesmente sair do país.
O governo americano DÁ greencard para estrangeiros que tenham US$1.000.000. Inúmeros países muito melhores, mais bonitos e mais pacíficos do que o Brasil fazem isso.

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A ampla maioria dos brasileiros votou corretamente, contra o PT, ou seja, no Aécio Neves. Até mesmo nas regiões consideradas mais propensas às manipulações populistas. A questão não é como as pessoas votaram, mas COMO um advogado do PT posto pelo PT como autoridade máxima do processo eleitoral contabilizou os votos.

Quando se está diante uma ‪#‎fraude eleitoral n
مo hل sentido em fazer anلlises do comportamento do eleitor baseado numa informaçمo que é FALSA.

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A nova democracia petista-forista começa assim: impedir que um grupo de trabalhadores (os empresários) financiem políticos que representem os seus interesses e os interesses de seus funcionários e clientes. Enquanto abstração é o tipo de idéia que parece boa, mas na prática significa a exclusão do processo político daqueles que geram empregos e produzem bens para a sociedade.

Não acredito que isso excluirá um oligopólio como a Friboi ou a Petrobras do processo político, mas certamente excluirá ou criará obstáculos aos "Silva & Silva" uma agro-empresa média composta por dois irmãos que plantam arroz, ou o "Souza e Filho" que possui uma mecânica de chapeamento e pintura, ou ainda o "Luz & Cia. Ltda" que possuem um mercadinho de bairro e que vivem de um modesto pró-labore.

Ou seja, a nova democracia petista-forista que diz querer aumentar a democracia faz, na verdade, o contrário.

Ao mesmo tempo há a defesa do financiamento público da campanha que nada mais é do que dar aos políticos no governo, segundo critérios desenvolvidos pelo próprio governo, o dinheiro tomado dos empresários através dos impostos extorsivos.

Os sujeitos são excluídos do processo democrático e, ato contínuo, são obrigados a arcar com o financiamento dos políticos que os excluíram do processo democrático.

É uma beleza!

Por essas e outras: ‪#‎ImpeachmentJÁ

By Mídia Sem Máscara - 
Francis Lauer é tradutor.

FRAUDE NAS ELEIÇÕES OU: QUANDO DILMA SERÁ IMPICHADA?

Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão d e fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.

Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:

A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove ser subordinado a uma organização estrangeira. O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como "coordenação estratégica da esquerda latino-americana". Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não só jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado "Pátria Grande", cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.

A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como "grande patriota... patriota da Pátria Grande". Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembleias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?

Quando digo "reuniões secretas", não é uma interpretação que faço. É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (um deles em www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm )

Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte: o PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.

Segunda série de fraudes:

Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros.

Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da "grande mídia", reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.

Terceira série de fraudes:

O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente. Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar.

É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade. É mais impossível ainda que grossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e sequestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranquilamente discutem, nas assembleias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.

Quarta série de fraudes:

A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil. Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.

Quinta série de fraudes:

Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude. O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral. Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, "é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio".

Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral?

By Olavo de Carvalho