quarta-feira, 15 de outubro de 2014

CONTRA MENTIRA PETISTA 10 VERDADES

No debate de ontem na Band, Dilma rebater enfaticamente Aécio Neves sobre a paternidade do bolsa família, cartão postal da campanha petista. Dia 09 deste, publiquei aqui um texto que revela de que é realmente o DNA do programa. Vale a pena lembrar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014


TUCANOS CRIARAM O BOLSA FAMÍLIA

Como sabemos, é uma práxis do pt de apropriar do alheio. Isso se refere a praticamente tudo, a exemplo das estatais, do dinheiro público, e por aí vai. 

No campo ideológico não poderia ser diferente uma vez que um partido que tem como meio de sobrevivência se apropriar do alheio, a  exceção não estaria na regra. 

Apropriaram-se do legado de FH e por anos ouvimos a cantilena de que foram deles os méritos dos ideais praticados pelo ex presidente para benefício do Brasil.  Alardeiam  do Oiapoque ao Chuí que o bolsa família é criação deles. 

Ora, a verdadeira idealizadora do bolsa família foi dona Ruth Cardoso e proposto para prática pelo tucano Marconi Perillo.

Para acabar com essa lenga lenga de uma vez por todas, encontramos este vídeo no qual Lula, por ocasião do lançamento do programa enaltece o seu verdadeiro criador. um tucano





By Carla Luts

DITADURA CUBANA SOBREVIVE COM NOSSO BOLSO

Reportagem de Duda Teixeira, publicada em edição impressa de VEJA
Post originalmente publicado a 4 de fevereiro de 2014

SE É BOM, POR QUE É SECRETO?
Nos detalhes do empréstimo do BNDES para um porto em Cuba, protegidos por sigilo, está a resposta para saber se foi mesmo um bom negócio ou a sobrevida para a ditadura
Em visita a Cuba na semana passada, a presidente Dilma Rousseff inaugurou o Porto de Mariel, reformado em sua maior parte com dinheiro brasileiro, participou de uma reunião de cúpula latino-americana e teve um encontro particular com Fidel Castro, que segue mandando no país mesmo tendo passado a bengala para o irmão Raúl.
Com a Venezuela reduzindo o envio de petróleo a aliados, o amparo brasileiro tornou-se essencial para a ditadura cubana. De Dilma, o enfraquecido Fidel ganhou suporte não apenas econômico como político. A presidente até ecoou a desculpa do “injusto embargo” dos americanos a Cuba, usada largamente pelos irmãos Castro para podar os direitos de sua população.
Na tentativa de justificarem ao público brasileiro o empréstimo de 682 milhões de dólares do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao porto dos gerontocratas, Dilma e seus subordinados apresentaram uma lista pronta de argumentos. Nenhum explica a razão da confidencialidade do acordo entre governos.
Uma das condições do empréstimo concedido pelo BNDES é que a ditadura só poderia gastá-lo na compra de bens e serviços brasileiros. Os capacetes de proteção, o cimento e até um carro Gol foram levados do Brasil. A maior parte das exportações foram serviços.
Os projetos de engenharia, por exemplo, foram traçados por escritórios brasileiros. Dos 233 milhões de dólares exportados para a ilha no ano passado para atender à obra, 201 milhões de dólares foram em serviços. O governo diz que 156.000 empregos foram gerados no Brasil.
Tudo muito bonito, não fosse o alto risco de calote. O Brasil aceitou conceder o empréstimo ancorado em garantia soberana, balizada pelos bancos centrais. Essa modalidade é segura quando há um mecanismo de compensação de exportações entre os países, o que não ocorre com Cuba.
O argumento do governo federal de que a modernização do porto caribenho ajudou a economia brasileira não se sustenta no campo do pensamento lógico. Se investir em uma ilha do Caribe submetida há mais de meio século a uma ditadura comunista tem efeito positivo na economia no Brasil, imagine, então, os ganhos se o dinheiro do contribuinte brasileiro tivesse sido investido diretamente na melhoria dos atulhados e obsoletos portos do Brasil.
É difícil para Brasília explicitar os motivos reais da generosidade na reforma do Porto de Mariel. O que a indigente economia cubana tem para exportar que justifica o investimento brasileiro? Nada. O Porto de Mariel ficou mundialmente conhecido em 1980 pela exportação em massa de… gente.
Em apenas duas semanas cerca de 125 000 cubanos escaparam da ditadura castrista, que, pressionada pela miséria, suspendeu a proibição de abandonar o país. O episódio ficou conhecido como o Êxodo de Mariel.
Na impossibilidade de justificar o empréstimo a Cuba, a saída para o governo brasileiro foi classificá-lo como “secreto”. Os detalhes do projeto, portanto, só poderão ser conhecidos em 2027, dois anos antes do prazo final para Cuba quitar a dívida. É estranho que os negócios do governo do PT com Cuba e também com Angola sejam fechados em segredo.
Nem o Congresso Nacional tem acesso aos termos dessas transações. Dessa forma, até que esse conteúdo seja exposto à luz do sol, os brasileiros têm todo o direito de desconfiar das intenções desses projetos. Têm todo o direito de achar, por exemplo, que o que o Brasil fez foi simplesmente uma doação aos irmãos Castro. Ou coisa pior.
“Os técnicos do BNDES trabalham bem e são meticulosos com as garantias, mas, no final, o banco faz o que o governo manda”, diz Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Ministério do Desenvolvimento informa que o sigilo estava previsto no protocolo de entendimento assinado entre Brasil e Cuba — e só.
Propagou-se também a versão de que o porto cubano será útil às empresas brasileiras com a criação de uma zona especial de desenvolvimento (ZED). A construção dessa área industrial demanda um novo financiamento do BNDES, de 290 milhões de dólares.
Diz o professor Sérgio Lazzarini, da escola de negócios Insper: “É difícil perceber qual seria o interesse brasileiro no projeto. Os chineses fazem portos na África porque cobiçam as matérias-primas locais. Qual será o objetivo do Brasil em um mercado insignificante como o de Cuba?”.
Dilma falou que há várias empresas nacionais interessadas em se instalar na ZED, mas a Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex) não é capaz de citar uma única sequer. É arriscado instalar fábricas em Cuba, país que desconhece os conceitos de propriedade privada, lucro e respeito a contratos.
Os defensores do investimento em Mariel acreditam que fixar bandeira agora colocará o Brasil em posição privilegiada quando a economia cubana se abrir. Por esse ângulo também pode ter sido um tiro no pé, como prevê o historiador cubano Manuel Cuesta Morúa: “O modelo de Mariel dará fôlego novo à ditadura porque continuará impedindo o nascimento de um empresariado nacional, ao mesmo tempo que permitirá o enriquecimento ainda maior dos militares”.
Não se sustenta, ainda, a tese de que o porto se pagaria servindo de entreposto logístico, onde os grandes navios redistribuiriam sua carga para embarcações menores. “Se isso ocorrer, o Brasil terá favorecido os exportadores chineses”, diz Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP).
Até que o segredo sobre o projeto seja aberto, a melhor explicação é que se trata de um novo PAC: Programa de Amparo a Cuba.aqui




SHOW DE HORRORES PETISTA ENCONTRA MINERIN DURO NA QUEDA

AÉCIO MASSACRA DILMA NO PRIMEIRO DEBATE NA TV

Carlos Newton
O debate na Band, intermediado por Ricardo Boechat, começou com atraso e só acabou depois de meia-noite. Quem teve condições de acompanhar até o fim viu a confirmação do que dissemos aqui na Tribuna da Internet, ao final do primeiro programa reunindo os então sete principais candidatos à Presidência da República, no primeiro turno: “Se depender dos debates, Aécio Neves já está eleito“.
Essa avaliação se repetiu nos outros enfrentamentos pela TV no primeiro turno, especialmente no debate final, realizado pela TV Globo. Em todas as oportunidades, Aécio Neves se saiu melhor do que os demais candidatos. E nesta terça-feira, no mano a mano contra Dilma Rousseff, foi um arraso.
O que se viu foi uma candidata despreparada, insegura e infantil, falando em seu idioma próprio, o “dilmês”, com as concordâncias trocadas e as frases inacabadas, desabando diante de um candidato seguro, preparado e que expunha suas opiniões com clareza e senso de orientação.
DESPREPARO TOTAL
Na verdade, a ignorância (a palavra certa é esta) de Dilma Rousseff chegou a ser constrangedora. Para quem tinha um mínimo de conhecimento sobre os temas em debate, dava até pena constatar os disparates.
Por exemplo, até mesmo sobre o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), que Dilma insistiu em transformar num dos pontos mais abordados do programa, ela mostrou que não sabia nada sobre o assunto. A certa altura do debate,  tentou corrigir Aécio, que reclamara da pequena duração dos cursos , e disse que tinham “120 meses”, ou seja, dez anos. Na verdade, Aécio estava correto: os cursos do Pronatec têm apenas entre dois meses e um ano de duração, mas Dilma não sabia.
Desorientada, confusa e delirante, a presidente chegou a dizer que “86 por cento das crianças estão na pré-escola”, o que mostra a que ponto de desvario esta senhora esteve tomada. Ora, se este número fosse verdadeiro, o governo deveria decretar feriado nacional para que pudéssemos comemorar essa histórica conquista social.
UMA PERGUNTA NO AR
Foram quase duas horas de uma exibição grotesca da candidata do PT. Em nenhum momento Dilma Rousseff conseguiu realmente atingir Aécio Neves, que chegou a reclamar de uma pergunta dela, que de tão confusa era quase ininteligível. Ao mesmo tempo, a presidente deixou sem respostas importantes questões que a todos interessam, como o segredo que cerca o financiamento do BNDES ao porto de Mariel, em Cuba.
Ao final do programa, ficou uma pergunta no ar: como é que nós, brasileiros, em 2010 conseguimos eleger para a Presidência da República uma pessoa tão despreparada?
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PS – Com este debate, a Band comandou a audiência do horário, o que demonstra que a política volta a interessar grande parte da população.