Revirando minhas velhas apostilas do curso de direito, encontrei um resumo do caso emblemático de Monica Lewinski. Quem era ela? uma simples estagiária que quase derrubou o chefe supremo dos Estados Unidos, pois alem dos serviços prestados àquela nação, prestava também serviços de alcova ao então presidente democrata Bill Clinton.
O caso estourou nos idos dos anos 90, quando vazou na grande mídia americana que a estagiária da Casa Branca, Monica Lewinski havia feito sexo com o presidente dos Estados Unidos. Bom, para entender o caso, Monica trabalhou na Casa Branca entre 1995 e 1996. O escândalo foi revelado dois anos depois. O presidente Clinton chegou a passar por um processo de impeachment, no qual conseguiu sair ileso.
Ao contrário do que muitos pensavam na época e pensam hoje, Clinton não foi processado e julgado pela Suprema Corte Americana de Justiça por suas aventuras amorosas e sim por supostamente ter mentido à nação que lho confiou o cargo de presidente ou seja, trocando em moedas, crime de perjúrio. O que???
À época, Clinton foi questionado se manteve relação sexual com a estagiária. Clinton em princípio negou ter se relacionado com Lewinsky. Com o crescimento das acusações, ele acabou confessando que manteve sexo oral e não relação sexual com a estagiária. Pairou no parlamento americano a dúvida sobre ele. TERIA MENTIDO? se sim, seria imediatamente impichado. Daí acabou enfrentando o julgamento que maculou restante do seu mandato. Em sua defesa, Clinton invocou a legislação americana na qual, o ato de relaçao sexual só é configurado se existir cópula entre os órgãos genitais. Ora, no caso em tela haveria sexo oral e não relação sexual. daí a não configuração do crime de perjúrio o qual pesava sobre ele. Passou pelo buraco da agulha.
Isso mesmo. Nos Estados Unidos, é vedado ao presidente da república ou a qualquer cidadão mentir. A coisa fica pior se for o presidente, pois dele deve sair o bom exemplo para os demais.
Ocorre é que o parlamente americano estava pouco se lixando para as aventuras eróticas do presidente. O que estava em questão era: MENTIU OU NÃO? Nesse interim a a Corte Americana de Justiça é exemplarmente dura com os seus, especialmente no cumprimento dos ditames legais. Para os americanos não pode jamais um líder do povo, escolhido para o cargo maior de sua nação usar do métier da mentira. Serviu de exemplo a todos os que pretendem ou que estão na presidência daquele país.
Neste momento, quando nosso Brasil tão amado está entregue a pessoas completamente destituídas de escrúpulos, moral e patriotismo mais do que nunca precisamos de exemplos como este, Os petistas perverteram por completo nossos valores mais sublimes, como o respeito ao próximo, ao trabalho do próximo, à biografia do próximo e ao dinheiro do próximo. Nivelam-nos para baixo, para o esgoto do qual saíram.
Não se vê mais embates de ideias, propostas e sim a desconstrução de biografias, personalidades, restando ao eleitor nada mais que votar no menos pior. A população brasileira emburreceu nos últimos anos? Se sim, Lula conseguiu seu pior intento: trazer os embates políticos, outrora tão empolgantes, bonitos até para o supra sumo do lixo.
No métier da mentira a qual Dilma é protagonista maior, ela não sobreviveria um dia numa democracia de verdade, seria varrida para os guetos. É estarrecedor ver como a presidente Dilma mente compulsivamente, mesmo sendo desmascarada, desmentida publicamente, continua na sua compulsão. Sintoma claro de alguma patologia psíquica explicada somente pelo mestre Olavo Carvalho.
Para os petistas, não existem limites, nada os impede de fazer o diabo, como se gabam aos quatro ventos. Espero sinceramente, que dia 26 o Brasil decente dê um basta neste recurso tão torpe que no qual vêem usando os petistas. Que fique o recado, devemos nos espelhar nas democracias verdadeiras. Nivelem-nos para cima.
By Carla Luts