quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O PT NÃO ESCONDE SUA NATUREZA


Em tempos de eleição tudo fica muito confuso e por aqui nas colônias dos comunas tupiniquins, a coisa anda pior: Nunca nosso Brasil foi tão solapado, machucado, roubado mesmo por uma quadrilha de mafiosos que tem como bandeira a demagogia barata do comunismo latino para se manter no poder. 
Passeando  pelas colunas de Veja, encontrei esta pérola nos comentários do Ricardo Setti. Ela reflete toda a nossa angústia.   Espero que apreciem
Reynaldo-BH - 24/09/2014 às 14:33
Hoje, Dilma transformou – para nossa vergonha – a tribuna da ONU em palanque. Com o mesmo discurso que provoca zurros na platéia docilmente amestrada.
E falou da corrupção, na linha do “num rôbo e num deixo rôba!” Até agora os diplomatas do mundo se perguntam: de que falou esta mulher???
Calma, Dilma. Há uma mudança no ar que você ainda não percebeu, tão envolvida esta na manutenção do poder que garanta a continuidade da corrupção e o perdão aos corruptos.
É desanimador ver réus condenados pelo mensalão cumprirem penas em suas residências. A sensação de impunidade surge como consequência óbvia. E é a impunidade que motivo o criminoso.
Mas, há um aspecto didático no julgamento da quadrilha do PT, na definição da denúncia do Ministério Público. E que tem passado despercebido.
A grande personagem deste julgamento foi e é Marcos Valério. O comportamento do mesmo foi um exemplo que determinou rumos em outros casos de corrupção, como o atual, da Petrobras.
O “publicitário” acreditou estar protegido por uma cosa nostra tupiniquim. Afinal, foi o arrecadador e operador de todo o esquema criminoso que envolvia ocupantes de salas do Palácio do Planalto.
Nunca entendeu que o PT só protege os seus. Marcos Valério nunca foi um deles. O lulopetismo insiste em se manter limpo dentro da pocilga. Para tanto, finge não carregar os porcos no colo.
Defendeu com unhas e dentes TODOS os petistas envolvidos. E entregou o carequinha aos leões.
Paulo Roberto da Costa, o Paulinho de Lula, aprendeu a lição. Sabia – e sabe – que está sozinho. Ganhou fortuna. E cadeia. Não tem quem o defenda e como um leproso, ninguém sequer admite que um dia o conheceu.
Esta lição o mensalão deixou, com a pena de 40 anos, quatro meses e seis dias de Marcos Valério. Que no caso de Paulinho de Lula, chegaria facilmente aos 70 anos.
E a lição foi o incentivo a tantos outros. Paulinho, Youssef, fornecedores da Petrobras (que pretendiam um acordo conjunto de leniência), advogados e doleiras.
Uma onda de delações premiadas.
O instituto da delação premiada é usado em todo mundo para esclarecer crimes a partir dos próprios criminosos. Aplica-se mais intensamente nos crimes financeiros, pois eu nestes, o réu sempre foi beneficiado pelo esquema criminoso. E dele fez parte. Instrumento importante de elucidação de crimes que, em sua imensa maioria, envolve quadrilhas organizadas.
Não há por que um réu usar do instrumento se não tem outros cúmplices no crime. Se fosse ato isolado, seria a figura da mera confissão.
Cabe ao Ministério Público sopesar as informações para avaliar se é válido ter-se eventuais reduções de pena em nome de uma ação efetiva que capture o maior número possível de envolvidos.
E não basta a delação. Tem que ser acompanhada pela coleta de provas para atingir dois objetivos: a eficácia da denúncia do réu e a validade da redução (ou extinção) da pena. Requer tempo.
Seu de nossa pressa. Mas, neste caso, há que se observar fielmente a lei para que todo o trabalho efetivo da Justiça não seja impugnado ou anulado.
Deste modo, é admissível que a CPMI não tenha acesso – ainda – à delação. Assim é o estado de direito.
Porém, é bom que se remeta à lei 9807/99 que trata do assunto. Em seu artigo 19ª está claro: “Terão prioridade na tramitação o inquérito e o processo criminal em que figure indiciado, acusado, vítima ou réu colaboradores, vítima ou testemunha protegidas pelos programas de que trata esta Lei.”
Pela própria natureza da proteção que o denunciante necessita ao apontar integrantes do bando ou quadrilha, é necessário celeridade.
Sabemos que o juiz Sérgio Moro é uma garantia da aplicação da lei e do devido processo legal.
Resta-nos esperar. E cobrar a celeridade que a lei determina.
O Brasil será outro na manhã de 01 de janeiro de 2015. Teremos virado uma página negra de nossa história. Mas nem por isso ocorrerá um esquecimento dos roubos a que fomos submetidos.
Ao contrário. Teremos maior liberdade para julgar e exigir condenações dos ladrões que fizeram da Petrobras um esconderijo de nobres: Sir Paulinho de Lula, Dom Cerveró e Duque do PT. Há mais.
Aguardemos.
24/09/2014 às 19:00 \ Política & Cia TVEJA: Converso com Joice Hasselmann sobre pontes entre Marina e o PSDB — e a barbaridade de Dilma propor “diálogo”, e não combate, aos terroristas assassinos do “Estado Islâmico

BY CARLA LUTS

AS MANHÃS DE SETEMBRO DO BRASIL


Hoje inauguro meu blog, nesta bela manhã de setembro, como diria a música dos 70 cantada por Vanusa:
eu quero sair, 
eu quero falar, 
eu quero ensinar 
o vizinho a cantar 
nas manhãs de setembro

Contrariando os primeiros versos da  canção, não me sinto esquecida, reclusa ou coisa assim, mas sinto que nosso Brasil está pra lá de jogado às traças:  às traças do petismo que corrói  o nosso País de forma insana e despudorada e uma presidente desgovernada que pretende se reeleger fazendo o diabo. Neste cenário sombrio temos duas candidaturas potenciais que podem efetivamente dar um alento ao nosso Pais. Obviamente me refiro a Aécio Neves do PSDB e por segundo Marina Silva do PSB. Daí a necessidade de abrirmos a janela da esperança,  nas urnas.

Claro que boa mineira que sou, meu voto declarado será de Aécio, por vários motivos e não apenas pela minha mineirice - Aécio é pra lá de melhor preparado para governar este Brasil, está bem articulado, possui uma boa equipe, bom plano de governo e principal:  É NETO DE TANCREDO NEVES - um dos maiores estadistas que o Brasil já viu.

Porém  observando a realidade, vejo que a  candidata pára-quedas do PSB, Marina Silva se aproxima mais do segundo turno  que o nosso mineirinho.  E aí, na hora da onça beber água, sigo o conselho dado pelo Colunista  Rodrigo Constantino em sua publicação  24/09/2014 às 10:58 \ Democracia Os treze ratos, na qual declara seu apoio à candidata em caso de segundo turno. Eu vou além, viro crente, beata, rezo o terço e voto em Marina. Tudo para apear o pt do poder.

Por enquanto vou seguindo a canção  ensinando meu vizinho de ônibus, de barzinho, do lado de casa, a cantar a hora da mudança  representada por Aécio Neves. E aqui, no dia de inauguro meu blog, aproveito a oportunidade para pedir a você que juntos, voltemos  à primavera dos anos 70 e ensinemos  nossos  vizinhos a cantar nas manhãs de outubro de 2014.





BY CARLA LUTS